Antes de agendar
Reuni aqui o que mais chega no WhatsApp do consultório. Se a sua dúvida não estiver nesta página, mande mensagem — respondemos.
Pelo WhatsApp do consultório, 47 99254-4464. Você manda uma mensagem, conta rapidamente o motivo da consulta e a idade da criança, e a gente encontra o melhor horário para a sua família.
O atendimento é com hora marcada. Não trabalho com ordem de chegada.
O atendimento é particular. Não atendo por convênio.
Ao final da consulta você recebe o recibo e a nota fiscal, que muitos planos aceitam para reembolso — cada plano tem a própria regra, então vale confirmar com o seu antes.
Depende do tipo de atendimento:
São deliberadamente mais longas que uma consulta comum. A maior parte desse tempo é escuta: sono, alimentação, rotina em casa, como é a escola, o que mudou e quando. O que explica o sintoma quase nunca está na queixa que trouxe vocês até aqui — está em volta dela. Para enxergar isso é preciso tempo.
Dos 0 aos 15 anos.
Atendo crianças e adolescentes com suspeita de transtorno do espectro autista — ainda sem nenhuma avaliação — e também aqueles que já têm o diagnóstico de TEA fechado e precisam de acompanhamento pediátrico contínuo. O mesmo vale para TDAH e para atrasos de desenvolvimento.
Além disso, atendo acompanhamento de rotina (puericultura) desde o nascimento.
Não é necessário. Você pode agendar diretamente.
Se a criança já foi avaliada por outros profissionais, traga o que tiver em mãos — isso encurta bastante o caminho.
Esse material é parte da avaliação, não formalidade. Boa parte do que eu preciso enxergar está nele:
E, se possível, venham os dois responsáveis. Cada um observa uma parte diferente da mesma criança.
Se algum desses itens não estiver em mãos, me avise pelo WhatsApp antes da consulta, para a gente ver o que dá para providenciar a tempo.
Por videochamada, com hora marcada, dentro das regras do Conselho Federal de Medicina.
A consulta online é exclusiva para autismo (TEA): avaliação e acompanhamento de crianças com suspeita ou diagnóstico de TEA. TDAH, puericultura e as demais consultas pediátricas são atendidas apenas no consultório.
A primeira avaliação de autismo pode ser feita por telemedicina quando a família mora fora de Jaraguá do Sul. Ainda assim, se der para vir ao consultório, o presencial é melhor: boa parte do que eu preciso observar acontece na sala — no jeito de a criança entrar, explorar, reagir — e isso a tela não entrega inteiro.
Não. Investigar cedo não é apressar diagnóstico — é olhar com método enquanto o cérebro está no período de maior plasticidade.
Atraso de fala tem muitas causas possíveis, e a maior parte delas não é autismo: audição, ambiente de estímulo, questões de coordenação oral, ritmo individual. A avaliação serve justamente para separar essas hipóteses em vez de esperar para ver.
"É só esperar" é uma conduta possível — mas só depois de investigar, nunca no lugar de investigar.
Faço a avaliação clínica de neurodesenvolvimento, com instrumentos reconhecidos e com os critérios diagnósticos vigentes, e em muitos casos a conclusão sai daí.
Em outros, o caminho passa por uma equipe — fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia, neuropediatria — e eu coordeno essa investigação em vez de decidir sozinho. Qual dos dois será o caso do seu filho não dá para saber antes de ver a criança.
O que garanto é o método e a clareza: você vai entender o que foi investigado, o que foi encontrado e qual é o próximo passo.
Faz, e é uma parte grande do consultório.
Diagnóstico fechado não responde tudo: continua havendo sono ruim, seletividade alimentar, dor abdominal, regressão de comportamento, dúvida sobre medicação, escola pedindo relatório. Muita coisa que vira "é do autismo" tem uma causa própria e tratável.
Também atendo segunda opinião quando a família quer revisar o raciocínio que levou ao diagnóstico.
Quando a avaliação conclui o diagnóstico, emito o laudo de autismo — um relatório médico circunstanciado, que é o documento que a família usa para acessar direitos, terapias e adaptações na escola.
No sentido contrário, eu solicito os relatórios da escola e dos terapeutas que acompanham a criança. Isso não é burocracia: o que a professora vê na sala e o que o terapeuta vê na sessão são informações que eu não consigo obter dentro do consultório, e elas entram na avaliação.
Sempre que a família autorizar, sim. Leio os relatórios antes da consulta e entro em contato com os profissionais quando isso muda a conduta.
Criança em acompanhamento com quatro especialistas que não se falam acaba com quatro planos paralelos. Parte do meu trabalho é costurar isso num plano só.
Informamos pelo WhatsApp do consultório, junto com os horários disponíveis. O valor varia conforme o tipo de atendimento — avaliação de autismo, puericultura e consulta de demanda têm durações diferentes.
Sim. A observação da criança faz parte da avaliação, e boa parte do que eu preciso ver acontece enquanto conversamos.
Se houver algum motivo que torne isso difícil, me conte antes pelo WhatsApp e a gente pensa no melhor formato.
Percepção com escuta rara
Mande uma mensagem no WhatsApp do consultório. Se preferir, já conte o que está acontecendo — assim eu chego na consulta com o contexto na mão.
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