Dr. Fagner Guesser
CRM/SC 19982 · RQE 22601
Pediatria · Jaraguá do Sul/SC

Quem sou eu

Eu escolhi ter tempo para ver o detalhe.

Sou o Dr. Fagner Guesser, pediatra em Jaraguá do Sul, com foco no neurodesenvolvimento infantil: autismo, TDAH e desenvolvimento. Esta é a história de como eu cheguei aqui, e do jeito que eu atendo.

Dr. Fagner Guesser, de camisa e paletó azuis, apoiado em um móvel
Dr. Fagner Guesser · CRM/SC 19982 · RQE 22601

I

Onde a pediatria fez sentido

Foi trabalhando no interior de Santa Catarina, em Vidal Ramos, Imbuia e Ituporanga, que a medicina fez sentido para mim. Ali eu percebi o quanto um pediatra pode ser útil para uma família.

E percebi também do que eu gostava: investigar. Na pediatria, o diagnóstico muitas vezes está escondido num detalhe que passa despercebido. Ver esse detalhe é o que muda o atendimento de uma criança. Para isso é preciso ler sinais, olhar o contexto e, principalmente, escutar o que os pais percebem.

II

Os anos de plantão

Depois de formado, passei mais de uma década trabalhando quase só em hospital: enfermaria, pronto-socorro, sala de parto. Na enfermaria, muitas vezes havia criança internada demais para um pediatra só, e a visita no quarto precisava ser breve.

O sistema, seja no SUS ou no plano de saúde, pede volume. E a qualidade vira a primeira coisa a ceder. Com o tempo veio um sentimento de impotência: eu sabia que podia entregar mais do que aquele ritmo permitia.

Foi isso que me fez sair e montar um consultório onde a consulta tem o tempo que a criança precisa.

Dr. Fagner Guesser sentado em uma cadeira de madeira
Nenhuma mãe deveria sair de uma consulta achando que a preocupação dela era exagero.

III

Por que o neurodesenvolvimento

A vida me colocou muito perto do autismo. Vi de perto o caminho que uma família percorre até ter uma resposta, e o quanto faltam pediatras preparados para ajudar nesse caminho.

É um tema que quase não aparece na formação médica, nem na faculdade nem na residência. Um exemplo:

Toda criança deveria passar por uma triagem para autismo aos 18 meses. Muitas nunca passam.

Decidi me dedicar a isso. Hoje estudo neurociências e autismo e atualizo minha prática para que nenhuma família precise esperar anos por uma resposta que poderia vir antes.

IV

O que eu quero que você sinta ao sair da consulta

Que eu olhei para o seu filho por inteiro, e não só para o motivo que trouxe vocês até aqui. Que eu quis saber como ele dorme, come, brinca e se comunica, o que mudou e o que você percebe no dia a dia.

Que a sua preocupação não foi tratada como exagero e que em nenhum momento você se sentiu culpada. Que eu acreditei em você quando disse que conhece seu filho e que alguma coisa estava diferente.

E que, pela primeira vez, você saiu sentindo que alguém estava dividindo com você a responsabilidade de compreender a sua criança.

No que eu acredito

Quatro coisas de que eu não abro mão.

I

A criança vem antes do diagnóstico.

Nenhum rótulo explica uma criança inteira. O mesmo comportamento pode ter várias causas, e o meu trabalho é descobrir qual delas explica o seu filho.

II

A percepção dos pais é levada a sério.

Vocês conhecem o jeito do seu filho e percebem as mudanças antes de elas aparecerem no consultório. Eu escuto sem julgar.

III

Vínculo também é técnica.

Uma criança segura se deixa examinar. Por isso eu observo, respeito os limites dela e adapto a abordagem, sem transformar a consulta numa disputa. E não abro mão da qualidade para atender rápido.

IV

Você sai sabendo o próximo passo.

Conhecimento médico só tem valor quando vira orientação clara. Você sai sabendo o que já sabemos, o que ainda precisa ser investigado e com um plano possível de seguir.

Formação

De onde vem o que eu sei

Formação complementar em andamento

Percepção com escuta rara

Vamos investigar juntos?

Presencial em Jaraguá do Sul. Online exclusivamente para autismo (TEA).

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